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Saiba um pouco mais sobre as moedas virtuais

Voltar Por David Marcelino

O bitcoin, no ano passado, atraiu milhares de investidores, principalmente aqueles que já nasceram na era digital, afinal, seu valor não para de subir. A moeda virtual, que tem base nas redes de computação abertas, é bem diferente do real e do dólar, especialmente, por não ter um Banco Central controlando sua emissão e seu funcionamento. Porém, apesar de não ser controlado por nenhum tipo de garantia ou subsídio legal, é uma criptomoeda segura, pois a rede já está aí há dez anos e nunca foi invadida por hackers. É como se você possuísse um tesouro escondido e, mesmo todo mundo sabendo onde ele está, ninguém consegue achá-lo.

 


O bitcoin foi a moeda virtual que mais se valorizou nos últimos tempos (Foto: Divulgação)

 

Atualmente, aproximadamente 17 milhões de bitcoins estão em circulação no planeta. Cada um equivale a cerca de US$ 17 mil. O sistema de dados que rege as transações financeiras feitas na moeda virtual é a Blockchain. Na opinião de economistas a tecnologia vai se espalhar cada vez mais, porque deixa mais baratas as transações bancárias e de câmbio.

 

Para os estudiosos, há dois motivos para a supervalorização: o bitcoin é uma moeda deflacionária, isto é, a política de emissão de novas moedas está programada para diminuir progressivamente ao longo do tempo, até que se pare completamente quando atingirem as 21 milhões de unidades. Além disso, quanto mais pessoas aderem à rede bitcoin, outras se interessam e, com a maior adesão, o preço sobe.

 


Entender a moeda e como investir é mais fácil do que se imagina

 

O mestre em Economia Fernando Ulrich explica no livro “Bitcoin: o que é e como funciona?” que, como não há uma autoridade central encarregada de criar unidades monetárias e verificar as transações, a rede depende de usuários (chamados mineradores) para registrar as transações. Eles têm computadores que resolvem problemas matemáticos complexos e são recompensados por isso, com novos bitcoins.

 

A Bolsa de Chicago já negocia contratos de bitcoins em uma plataforma chamada CME, o que permite que as pessoas apostem contra ou a favor do preço da moeda virtual, sem precisar necessariamente comprá-la. Os contratos são liquidados em dólar, o que torna o investimento muito mais confiável, já que investidores tradicionais não querem aplicar dinheiro em uma criptomoeda.


Um pouco mais de informação é sempre bem-vinda (Foto: Divulgação)

Para investir em bitcoins, é necessário fazer um cadastro em uma corretora que trabalhe na conversão por reais, por meio de depósito bancário ou cartão de crédito. Entretanto, o preço da unidade de bitcoin está tão alto, que é possível comprar subunidades da moeda.

Também existem mais de mil tipos de criptomoedas no mercado. Uma das mais famosas é a litecoin, que é um código espelho do bitcoin, cujo objetivo é fazer transações rápidas a custo baixo, já que registrar uma transação na rede bitcoin pode ser um processo bastante caro, inibindo transações menores.

 

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