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Paulo Vilhena e suas paixões: a atuação, o mar e o surf

Voltar Por David Marcelino

Surfista e amante do mar, Paulo Vilhena nasceu em Santos, em 1978. Sua carreira artística teve início na adolescência, como modelo, mesma época em que começou a faculdade de publicidade que abandonou, ainda no primeiro ano, para atuar em seu primeiro trabalho na TV, que lhe projetou nacionalmente, o seriado “Sandy & Júnior” (1999), na Rede Globo.

 


Paulo Vilhena, nasceu em Santos, em 1978 (Foto: Chico Cherchiaro)

 

Não é segredo para ninguém que o surf é uma das maiores paixões do ator. Ele conta orgulhoso sobre suas aventuras, nos mais diferentes países, com o único objetivo de surfar. "Já viajei com a minha prancha para a Costa Rica, Maldivas, Bali… Lembro de todos os detalhes. Passar perrengue faz parte do pacote. Você vai para ‘picos’ que não têm estrutura e fica sem seu carro, casa, em um lugar em que não sabe onde é que tem onda…".

 

“É para desbravar mesmo, esse é o espírito. Já passei por muitas horas de viagem, barco que parou, lancha que afundou, motor que pegou fogo", contou o animado, que tem uma cicatriz enorme no antebraço direito e "algumas outras pelo corpo", disse ele, graças ao esporte.

 


O surf é, inegavelmente, uma de suas maiores paixões (Foto: Divulgação)

 

Paulo, que já usou o apelido Paulinho como nome artístico, ganhou destaque na TV com a trama do horário nobre, o das nove: "Celebridade" (2003), na pele do surfista Paulo César. Daí, ele foi emendando outras novelas, como "A Lua Me Disse" (2005), "Paraíso Tropical" (2007),"Três Irmãs" (2008) e "Morde e Assopra" (2011). No momento está no ar no horário das sete, na novela “Pega-Pega”, onde interpreta o Evandro.

 

Com mais de 20 anos de carreira, o ator não pensa duas vezes antes de afirmar que prefere os papéis de vilão aos de mocinho. Na visão dele, o vilão mais legal de modo geral. Mas percebe que os autores têm dado cada vez mais tridimensionalidade aos personalidades. Todo mundo tem seus dias difíceis em que não é capaz de fazer o bem. E, se os personagens são uma personificação da realidade, com eles não podia ser diferente.

 


Paulo e a namorada, Amanda Beraldi (Foto: Marcos Ribas/Brazil News)

 

Paulo, conta que, se escrevesse uma autobiografia, alguns detalhes, com certeza, ficariam de fora da obra. Ele frisa que não tem nada a esconder, mas, simplesmente, prefere preservar alguns sentimentos e situações que viveu. “Minha vida não é um livro aberto. Prefiro suprimir algumas páginas e deixá-las guardadas comigo. Não me revelo por inteiro, também não forço uma barra para ser misterioso. Só acho que uma pitada de mistério torna qualquer pessoa mais interessante”, finaliza.



 

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