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Jejum intermitente, a dieta do momento

Voltar Por David Marcelino

Recentemente temos nos deparado com várias figuras famosas declarando serem adeptos do tal jejum intermitente. Trata-se de uma técnica de emagrecimento que alterna as refeições com longos períodos sem ingerir qualquer alimento. O método manda que a pessoa se alimente somente quando sentir fome e em intervalos que variam entre oito, dez e vinte horas.

 

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O jejum intermitente é a nova dieta da moda (Foto: Divulgação)

 

A categoria faz uso de uma alteração metabólica que baixa os níveis de glicemia e insulina, obrigando o corpo a usar a gordura como única e prioritária fonte de energia. Para se tornar um adepto dessa nova estratégia, é necessário, em primeiro lugar, ter uma alimentação saudável, com base em alimentos naturais, proteínas e pouco e complexo carboidrato. Café, chá e água – sem açúcar ou adoçantes – estão liberados. Para quem tem o objetivo de perder peso, melhorar a performance física ou tem problemas de constipação pode tirar bom proveito desse método. Informação importante: sempre conte com o acompanhamento de um profissional.

 

Dentre os benefícios dessa prática está a eliminação de toxinas acumuladas, principalmente no fígado, além de uma redução nos índices glicêmicos e, na sequência, um processo de queima da gordura estocada, resultando na diminuição das taxas de açúcar do sangue. Só isso já reduz drasticamente as chances de desenvolver doenças crônicas, como diabetes e riscos de infarto. Há pessoas relataram uma melhora até na concentração e no humor.

 

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Para aderir à essa prática é importante ter uma dieta saudável (Foto: Divulgação)

Nutricionistas chamam atenção para o fato de que, quem está acostumado a comer de três em três horas, por exemplo, deve fazer um período de adaptação, aumentando os intervalos gradativamente, em vez de realizar uma mudança brusca, de uma hora para a outra. E é importante lembrar que não existe um protocolo fixo para o tempo de intervalo: vai depender do limite de cada um. E alertam que, quem adota a prática costuma notar diferenças no corpo. Muitas vezes não se reduz tantos quilos, mas as medidas costumam diminuir bastante.

 

O jejum intermitente fez parte do desenvolvimento do metabolismo de nossos ancestrais, caçadores e coletores que, por falta de opção, praticavam o jejum com frequência, pois nem sempre tinham alimentos disponíveis no ambiente selvagem.

 

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As mudanças no corpo estão mais nas medidas que no peso (Foto: Divulgação)

 

Ainda que a modalidade traga resultados, deve-se tomar alguns cuidado especiais aqueles que têm problemas de saúde como hipoglicemia, diabetes tipo 1 ou 2, alterações na tireoide e histórico de doenças psicológicas relacionadas à alimentação, como anorexia e bulimia. Procurar orientação médica é de uma importância gigantesca, caso contrário, há risco de queda de pressão, dores de cabeça, excesso de fadiga e até desmaios.


 

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